Mês: fevereiro 2010

  • LEOAZINHAS EM ISRAEL

    Olha só que coisinhas mais fofuras-nhoc-óin-cuticuti desse mundo essas leoazinhas que nasceram em um zoológico de Israel. Eu sempre posto aqui filhotinhos de grandes felinos porque eu acho eles muito parecidos com nossos filhinhos, só que um pouquinho mais parrudinhos. Adoro! As fotos abaixo são print screen de um vídeo do R7, que você confere aqui, sem prestar atenção na narração da repórter, tá?

    Fiz uma print bem tosca do R7, mas dá pra ver que são fófis, né?
  • COISAS NO MEU PAM

    Hoje estou num clima Stuff on my Cat e resolvi postar duas fotos do meu fofico na mesma vibe. As duas são lindas maravilhosas perfeitas. Duvida? Então olha aí:

    Tá, eu confesso que o cachorrinho em cima dele fui eu quem botei, mas ficou fofo, não ficou?
    "Ai, como eu sofro". à“ meus papis me vestindo de gurizinho…
  • CàƒES E GATOS: AMOR OU à“DIO?

    “Gatos e cães não são incompatíveis. Na verdade, se forem bem instruídos, eles muitas vezes se tornam bons amigos. É importante, contudo, levar em conta as diferenças de comportamento entre os modelos e também as maneiras como essas diferenças podem complicar o relacionamento. Há felinos que não são tão expansivos quanto os cães e por isso talvez considerem a atenção excessiva desse animal extremamente gregário (e à s vezes grande demais) um exagero que não conseguem tolerar. Os cães, por seu lado, talvez vejam os gatos como alvo, já que muitos deles carregam a predisposição genética de perseguir pequenas presas. Isso não significa, porém, que o cão vai atacar seu gato nem que o bichano queira tomar distância de seu cachorro. Significa apenas, isso sim, que o relacionamento deles – e principalmente a forma como você vai apresentar um ao outro – deve ser cuidadosamente administrado e supervisionado.”

    (Gato – Manual do Proprietário – Dr. David Brunner e Sam Stall)

    A MINHA EXPERIàŠNCIA (E A DO PAM)

    Esse era o sofá da sala. Totalmente ocupado.

    Por quase dois anos, eu morei com uma amiga que tinha a Gazé, uma cadelinha shitzu muito fofa, com um ou dois aninhos de idade. Pam e Gazé conviviam, mas não eram grandes amigos. A casa era da Gazé e a invasão foi do Pam. Menos mal porque a gente sabe o quanto nossos amores são territorialistas. Mas, mesmo assim, ele ficava putinho, abria a bocona e fazia fu pra Gazé que, na sua inocência e nos seus poucos anos de vida, só queria um amigo.

    A Gazé tinha uma caminha, mas o Pam se apossava dela, e ela nunca reclamou. Se ele estava lá, ela dormia em outro canto. E vice-versa. Se ela estava lá, Pam não se intrometia.

    A convivência era geralmente pacífica e, de vez em quando os dois até brincavam no terraço. Um corria atrás do outro e o outro corria atrás do um. Claro que o Pam enjoava antes e a Gazé vez ou outra ganhava uma patada. Nada de mais, só um “porra, Gazé, dá um tempo”.

    Tinham alguns probleminhas, como o apetite canino da Gazé por comidinhas felinas. Então, a comida do Pam ficava em cima da máquina de lavar, e aí, tudo bem, tudo certo.

    Por essas e outras é que eu nunca entendi a sabedoria popular, que trata do ódio do cão pelo gato. O oposto talvez seja mais verdadeiro (mas, veja bem, não é esse o caso).

    E aí tinha eu também, né, no meio disso tudo…